Filosofia
Souto Menor

Filosofia é a ciência dos princípios e causas; amor pelo saber e, particularmente, pela investigação das causas e efeitos; sistema de noções gerais sobre o conjunto das coisas; estudo racional e crítico dos princípios básicos da compreensão; sistema particular de um filósofo célebre, de uma escola, de uma época; elevação do espírito, dos falsos preconceitos, do amor das riquezas etc; sabedoria.

Entre celebridades temos entre outros filósofos:

1 - Nietzche, Friedrich (1844-1900), filósofo alemão.

Um descrente absoluto, um pessimista. Inspirava em um filósofo conhecido por sua filosofia pessimista. Seu pensamento revela a influência da filosofia grega e da obra de Arthur Schopenhauer.

Nietzsche tentou provar que os valores tradicionais - representados, principalmente, pelo cristianismo - tinham perdido poder na vida das pessoas, o que chamava niilismo passivo. Expressou este pensamento na proclamação “Deus está morto”.

2 - Hume, David (1711-1776), historiador e filósofo escocês.
Não acreditava na criatividade. Em seu Tratado sobre a natureza Humana (1739-1740) e em Investigação sobre o entendimento humano (1748), encontra-se a síntese de sua filosofia.

Partindo da idéia de que todo conhecimento procede da experiência, assinalou que a casualidade, como vínculo entre fenômenos, não se dá nos fatos, e sim em nossa mente.

Com isso, ficava nas entrelinhas um questionamento da validade das leis científicas baseadas na relação de causa e efeito.

Para ele, o conhecimento dos fatos com garantia de absoluta validade é impossível, embora admitisse a possibilidade de conhecimento das relações de idéias, como no caso da matemática.

3 - Aristóteles (384-322 a.C.), filósofo e cientista grego.
Estudou em Atenas, na Academia de Platão. Foi tutor de Alexandre III o Grande.
Em Atenas, inaugurou o Liceu, que chegou a ser conhecido como escola peripatética. Sua filosofia se baseia na biologia, no empirismo e no formalismo (dedução racional).
Em zoologia, existe, segundo ele, um conjunto fixo de espécies, que se reproduzem de forma fiel a sua classe e formam uma escala que vai do mais simples ao mais complexo, o que torna a evolução impossível.
Quanto à ética, distinguia dois tipos de “virtude”: a moral e a intelectual.

4 - Sócrates (470-399 a.C.), filósofo grego. Foi o fundador da filosofia moral, ou axiologia.

Nascido em Atenas, familiarizou-se com a retórica e a dialética dos sofistas, pensadores profissionais que combateu com veemência. Temos políticos hoje que nos lembram os sofistas de antes de Cristo. Para mim, Sócrates foi o segundo maior dos filósofos.

5 - Jesus de Nazaré, mais conhecido como Jesus Cristo foi o maior dos filósofos até hoje, por doutrinar a máxima do amor ao próximo, que sugere o cooperativismo.
Jesus Cristo, personagem principal do cristianismo, nascido em Belém, Judéia, em data imprecisa, provavelmente entre 8 a.C. e 29 d.C. Para os cristãos, Jesus é o Filho de Deus, concebido por Maria, mulher de José.

Agora existe o Agnosticismo Cristão que só defende em relação a Jesus Cristo, o que sugere o cooperativismo que é a máxima do amor ao próximo. Não aceita imposição de fé.

Os maiores filósofos não escreveram. Sócrates teve Platão para escrever sua biografia e Jesus Cristo teve os quatro evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João. O Evangelho atribuído a João Evangelista difere, em muitos aspectos dos outros.

São Mateus, (século I d.C.), segundo o Novo Testamento, um dos 12 apóstolos de Jesus Cristo. De acordo com a tradição eclesiástica, foi o autor do primeiro Evangelho canônico e, portanto, um dos quatro evangelistas. Pouco se sabe sobre Mateus. Os três primeiros Evangelhos relatam que era um cobrador de impostos no antigo porto lacustre de Cafarnaúm (Mt. 9,9, 10,3; Mc. 2,14-16; Lc. 5,27-29), o que o situa na classe que foi considerada pelo povo como a dos pecadores (Mc. 2,16). Marcos o chama "Levi, filho de Alfeu", e Lucas o chama apenas de "Levi". Alguns estudiosos acreditam que, originariamente, chamava-se Levi e que Jesus o batizou Mateus depois de torná-lo apóstolo.

Tivemos temos e teremos problemas na humanidade, principalmente por termos individualidade. Filósofos identificaram problemas universais e apresentaram teorias para saná-los. Saindo da teoria para colocar soluções universais em prática, surgiu a ACSC.

A ACSC é uma associação comunitária social cristã, surgida em Belo Horizonte, Minas Gerais, com área de atuação em todo território brasileiro, no dia 11 de novembro de 2001, com os seguintes fundamentos: (parágrafo 2º do Estatuto registrado no Cartório de REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURÍDICA em Belo Horizonte - MG, sob o no 109.797, livro A, 28/11/2001).

I -Trabalhar para viver;

II - Acatar as leis do país;

III - Respeitar a natureza;

IV - Respeitar o livre arbítrio.

O trabalho é a fonte de riqueza do homem.

Para harmonizar o homem que vive em coletividade mostrando que o direito de um termina onde o do outro começa, existem leis a serem acatadas.

Respeitar a natureza não é uma caridade porque de acordo com a relação de causas e efeitos encontramos Deus na figura do Ser Superior que criou tudo e todos os seres, incluindo o homem. A ciência não consegue apresentar provas de como a natureza foi criada. Porém ela existe e determina a existência de todos os seres vivos na terra e possivelmente fora dela. Portanto respeitar a Natureza é indispensável para a preservação das espécies. Isso inclui a preservação do homem. Sendo o homem considerado ser inteligente, quem criou a natureza que possibilitou sua existência, necessariamente é um Ser Inteligente Superior. Isso reitera a existência de Deus, a quem devemos respeitar não maltratando a nossa mamãe natureza.

Temos que respeitar o livre arbítrio. Sendo a raça humana possuidora de individualidade, cada um pensa de um jeito e faz ou tenta fazer o que quer. Não devemos interferir no livre arbítrio a não ser que invada o direito de outro ser humano. Para não permitir que sejam invadidos direitos temos que buscar os caminhos legais.

Encontra-se no Estatuto da ACSC:

Parágrafo 3º – A ACSC terá frentes identificadas como:

I – Frente de Administração Nacional, que abrigará a Diretoria Executiva/Fiscal, cuja Diretoria será a mesma da Associação;

II – Frente Estadual;

III – Frente municipal;

IV – Frente Regional;

V – Frentes Empreendedoras com suas respectivas Divisões;

* VI – Cooperativa da ACSC, cuja Diretoria será a mesma da Associação.

(* Texto alterado em reunião de Assembléia Geral, Ata no 5, passando a vigorar o seguinte: “Art. 1º, parágrafo 3º, Inciso VI: A ACSC apoiará naquilo que lhe for facultado, todas iniciativas cooperativistas”).
Na mesma reunião, conforme ata no 5, foi apresentado e aprovado o “plano de carreira da ACSC criando uma remuneração base denominada” RB “, registrado em cartório sob o no 17 no registro 109.797, no livro A, em 16/072003”.

UMA COOPERATIVA DE CONSUMO DO TAMANHO DO BRASIL

Souto Menor
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Definição de Cooperativismo de Consumo

O objetivo social de uma cooperativa de consumo é a defesa econômico-social dos seus associados, por meio de ajuda mútua e, para o cumprimento das suas finalidades, opera, basicamente, na aquisição de gêneros alimentícios, artigos de limpeza e uso pessoal, fornecendo-os aos seus associados, podendo diversificar o atendimento, por exemplo, montando um posto de combustíveis ou uma rede. Quanto maior o capital formado pelas quotas-parte, maior será a diversificação dos itens que atenderão o cooperado.

O que diferencia a cooperativa de consumo de um supermercado ou similar, é a importância do associado que, ao subscrever quotas de participação quando da sua admissão, assume o papel de dono dessa sociedade. Portanto, na cooperativa de consumo, deixa de exercer apenas o papel de mero comprador, passando a colaborar com o seu resultado final.


Mais um importante diferencial entre as cooperativas de consumo e os supermercados consta da própria Constituição Federal (artigo 146 III, letra "c"), que prevê tratamento tributário diferenciado aos atos cooperativos praticados entre as cooperativas e seus associados, diferenciando-os dos atos puramente mercantis e desobrigando-os do pagamento de tributos devidos pelas empresas lucrativas à União.

As quotas-parte formarão o capital que deverá ser sempre crescente e fazem do cooperado um dos donos da cooperativa.

Mas os donos de uma empresa, além do capital de giro, cobrem todos os custos e isso o cooperado faz através da taxa de administração e das taxas operacionais, pois uma cooperativa precisa ser administrada como uma Empresa para ser viável.

Como cooperativa de consumo não pode gastar mais do que arrecada e a cultura inicial de cooperativismo de consumo no Brasil é do patrão fornecer infra-estrutura e mão de obra para deixar o empregado alegre, porém sob suas rédeas, há que se criar um sistema de arrecadação de fundos para que a sociedade seja viabilizada e fique independente.

Administração

Estrutura Administrativa
Independente do ramo que represente, uma Cooperativa tem a seguinte estruturação:

ASSEMBLÉIA GERAL - Constitui o principal fórum de decisão da cooperativa. Os cooperados são convocados via Edital. Isso representa o princípio da Gestão democrática do empreendimento Cooperativista.

DIRETORIA - Órgão superior na Administração da Cooperativa. É formado por cooperados eleitos. Cada Gestão tem a duração de quatro anos.
CONSELHO FISCAL - Cabe-lhe fiscalizar em nome de todos os cooperados, a administração das operações da Cooperativa. É formado por cooperados eleitos. Cada Gestão tem a duração de um ano.

ÓRGÃOS AUXILIARES DA ADMINISTRAÇÃO - Constituídos por comitês, comissões ou núcleos. São formados por cooperados nomeados e exonerados pela Diretoria.

Sistema Cooperativista

Cooperativismo
Cooperativas são organizações de cooperação voluntária concebidas como modelo alternativo à concorrência capitalista.

Cooperativa de consumo é uma Sociedade civil comercial sem fins lucrativos.

Sua finalidade é viabilizar e desenvolver atividades de consumo, produção, crédito, prestação de serviços e comercialização de acordo com os interesses de seus cooperados.

O capital social é formado pelas quotas-parte ou pode ser constituído por doações, empréstimos e processos de capitalização.

No caso de empréstimos existem encargos que podem inviabilizar a operação, dando-se a preferência pelo rateio entre os sócios.


São representadas, no nível nacional, pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e no nível estadual, pela Organização das Cooperativas Estaduais (OCEs). Nas decisões em Assembléia Geral, cada cooperado, desde que cumpra as normas estatutárias, tem direito a um voto.

Uma Cooperativa depende única e exclusivamente da participação e do comprometimento de seus cooperados, que devem se conscientizar que são donos, e como tais, devem respeitar seus deveres e exigir seus direitos. Tradicionalmente, os participantes acreditam nos valores éticos de honestidade, responsabilidade social e preocupação com os outros semelhantes.

O COOPERATIVISMO DE CONSUMO
De todos os ramos representados pelo Sistema Cooperativista, o de Consumo, por estar inserido diretamente com o princípio varejista, é o que mais teve que se reestruturar em termos de se adaptar ao novo cenário econômico.

Com a avalanche de incorporações e fusões devido ao grande aporte de Redes de Supermercados Internacionais surgiu a necessidade de renovar para subsistir. As estratégias passaram a ser de conquistar uma forma de arregimentar um número muito grande de cooperados em uma única cooperativa para que tenha poder de barganha, poder comprar barato.

A cooperativa repassa os produtos aos cooperados, com lucro zero, ou seja, cooperativa de consumo não pode ter lucro.

Isso, com certeza contraria o sistema capitalista mundial, mas é a única alternativa para a maioria do povo não viver apenas de migalhas.

Sabemos que cada cooperado a mais é um freguês a menos nos supermercados.

Uma Cooperativa de Consumo é constituída por uma associação de pessoas, com os mesmos problemas e interesses, dedicadas à satisfação das necessidades básicas de seus integrantes.

Atualmente, só sobrevivem as Cooperativas que se modernizaram, dinamizaram suas ações e principalmente que estejam sendo administradas como Empresas, mas não perderam o objetivo de atender o bem estar dos cooperados, caminhando para uma ordem econômica e social mais justa.

Mas uma cooperativa de consumo não pode firmar convênio com concorrentes ou nunca ficará independente.

Isso contraria o objetivo da união em cooperativa. Assim, ao invés de ser cooperado, será apenas freguês.

Existe cooperativa que pode cobrar valores de quota-parte e taxa de administração (mensalidade) simbólicos, pois não defende o pensamento básico do cooperativismo que é a união fazendo a força, desertando de sua função, como se pode ver em fragmentos que seguem: Hoje a C...
conta com mais de 7000 Cooperados, e possui convênio com mais de 200 Lojas e também com a Rede... de Supermercados e... Hipermercados podendo ampliar o nicho de estabelecimentos, através do cartão Fidelidade C...

Cooperativa de consumo não pode dar prazo em aquisições dos cooperados, pois isso implica em custo, salvo ressarcimento através de taxa operacional, que isenta a sociedade de custos extras para que se implemente cartões de crédito, ticket alimentação, despesas de entrega, etc.

Se for oferecida alguma vantagem como, por exemplo, prazo de até 30 dias, sem encargos e sem juros, nas principais redes de Supermercados, o cooperado estará sendo enganado, pois supermercados têm o lucro como objetivo e os custos já estarão embutidos nos preços das mercadorias.
Também, as cooperativas de crédito existem é basicamente para financiamento, deixando o lucro sobre as operações financeiras para o próprio cooperado, ou seja, o lucro fica no próprio bolso. Em cooperativa não existe mais-valia.

O Brasil tem aproximadamente duzentos milhões de habitantes.
Se cada um depositar R$ 1,00 por mês em um fundo cooperativista, teremos:
R$ 200.000.000,00 mensais. (duzentos milhões de reais).
Esta soma dá para fundar aproximadamente 1.000 (mil) mercearias por mês.
Se cada uma precisar de 10 empregados, serão 10.000 empregos por mês.