ACNE DIABETES
AIDS DERMATITE DE CONTATO
ALERGIA ERISIPELA
ASMA FURÚNCULO
ANCILOSTOMÍASE GANGRENA
ANEMIA FALCIFORME INTOLERÂNCIA ALIMENTAR
ARTROGRIPOSE OLHO VERMELHO
BOTULISMO OSTEOMIELITE OSTEOPOROSE
BRONQUITE OTITE
CÃIBRA PÉ DIABÉTICO
CANDIDÍASE POLUIÇÃO DOMÉSTICA
CÂNCERLHO VERMELHO REAÇÃO A ANTIBIÓTICOS
CÓLERA REAÇÃO ALÉRGICA GRAVE
CONTRATURA SINUSITE
       

 

 

 

 

 

 

ACNE

ACNE – O que é? – Sinônimos - Qual é a causa? – Classificação - Sinais e sintomas - Tem tratamento? - Como evitar?
Observações: Tem algum risco? - Outros comentários.

ROSÁCEA -  “acne rosácea" - O que é? - Manifestações clínicas – Tratamento.

O QUE É?

A acne é uma doença de pele bastante freqüente caracterizada por comedões (cravos) abertos e fechados, nas áreas oleosas da face, pescoço, peito, ombros, braços e costas. Em alguns casos as lesões são mínimas, quase imperceptíveis, em outros elas são mais evidentes, podendo se tornar extremamente graves.

SINÔNIMOS:

Cravos e Espinhas

O QUE CAUSA?

A acne é uma doença de causa desconhecida, que atinge indivíduos geneticamente predispostos. Quando ambos os pais têm acne, a possibilidade de aparecimento no filho é de cerca de 50%. Além disso, a combinação de determinados fatores acaba por determinar o surgimento da acne:

1) O folículo piloso (local onde há implantação do pelo) da pessoa afetada produz grande quantidade de células epiteliais que acabam obstruindo o folículo.

2)A produção contínua das células queratinizadas (células da pele) faz com que aumente cada vez mais a obstrução e o tamanho do folículo, formando o cravo fechado.

3)Com o acúmulo ainda maior de queratina, somado à secreção e ao acúmulo de sebo surge finalmente o cravo aberto (de coloração preta).
A secreção e o acúmulo de sebo estão aumentados na adolescência devido às alterações hormonais próprias da idade.

4)Com a retenção de sebo há proliferação de bactérias que produzem substâncias irritantes para as paredes do folículo piloso, aumentando ainda mais sua queratinização.

5)Com a pressão do sebo acumulado, pode haver ruptura do folículo com invasão deste sebo e das bactérias para regiões mais profundas da pele, gerando uma reação inflamatória e pus.
 

CLASSIFICAÇÃO

De acordo com a severidade das lesões, a acne é classificada em graus, que vão de 1 a 4. As acnes de grau 1 caracterizam-se por apresentarem comedões fechados, pequenas protuberâncias da cor da pele e não-inflamadas que dão à pele uma textura irregular. Casos mais severos de acne apresentam comedões abertos, cravos ligeiramente maiores e que contêm substâncias escuras em seu interior. Acnes de estágios muito avançados caracterizam-se por lesões ainda mais severas, tais como nódulos, pápulas, pústulas e cicatrizes.

SINAIS E SINTOMAS

Dor, sensibilidade ou coceira na região afetada são sintomas freqüentes nos indivíduos portadores da doença.

TEM TRATAMENTO?

A terapia de reconstituição celular elimina os sintomas

COMO EVITAR?

Por seu aparecimento ser de ordem genética, não há como evitar o aparecimento da acne.
Entretanto, alguns cuidados podem prevenir o agravamento do problema:
- Evite a exposição prolongada ao sol;
- Use sempre filtro solar adequado ao seu tipo de pele;

OBSERVAÇÕES:

- Dê preferência a cosméticos à base de gel, em troca daqueles à base de óleo;
- Não manipule, esprema ou coce suas espinhas. Você poderá agravar o problema;
- Procure um dermatologista para a indicação de produtos adequados ao seu tipo de pele;

TEM ALGUM RISCO?

Coçar, espremer ou quaisquer outras formas de manipulação das espinhas podem gerar cicatrizes. Além disso, a ruptura de um cravo libera bactérias, fungos e outras substâncias que podem causar irritações ou inflamações na pele, aumentando ainda mais o problema do portador de acne. Sem o tratamento adequado, a acne costuma persistir até o final da adolescência, podendo ainda manifestar-se por muitos anos apenas como espinhas isoladas. São muito importantes os cuidados através da terapia de reconstituição celular.

OUTROS COMENTÁRIOS:

Ao contrário do que se costuma imaginar, a exposição ao sol não “seca” a acne. Na verdade, expor as lesões ao sol pode resultar num efeito escurecedor, além de facilitar o surgimento de (novas) inflamações. Fatores emocionais podem agravar a acne e também hormonais (como no período menstrual). Embora exista a idéia de que certos alimentos gordurosos e chocolate aumentem a acne, os médicos não costumam observar isso na prática. A influência da alimentação sobre o aparecimento da acne ainda não foi comprovada cientificamente.  

ROSÁCEO (ACNE ROSÁCEA) O QUE É?

A rosácea é uma doença inflamatória que afeta principalmente os adultos após os 30 anos de idade, mais freqüentemente nas mulheres. O parasita Demodex folliculorum, presente nos folículos pilo-sebáceos parece estar envolvido com a sua causa. Fatores gastrintestinais também podem ter participação, pois alguns alimentos parecem piorar o quadro (café, bebidas alcoólicas, chá quente, picles, pimenta e molhos quentes). Além disso, frio e calor intenso, assim como a exposição solar podem estar implicados na piora das lesões.  

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

A doença atinge a região central da face. O quadro inicia-se por vermelhidão, a princípio transitória, mas que depois se torna persistente. Com a progressão da doença, surgem também pequenos vasos sanguíneos dilatados (telangiectasias), lesões avermelhadas e elevadas (pápulas) e pústulas, que parecem espinhas, daí a denominação acne rosácea. Em alguns pacientes podem ocorrer alterações oculares inflamatórias, como conjuntivite ou inflamação da córnea, pálpebra e íris.

 

Nos homens, a evolução da doença pode levar ao surgimento do rinofima, quando ocorre o aumento do volume do nariz cuja pele se apresenta com os poros dilatados e com elevações na superfície.

TRATAMENTO

A rosácea é uma doença de curso crônico e não existe um tratamento que acabe definitivamente com a doença, mas ela pode ser mantida sob controle. Deve-se evitar os fatores que a pioram como frio intenso, sol e os alimentos citados no início do texto. A medicação inclui o uso de antibióticos via oral e de uso local, de acordo com a intensidade de cada caso. As telangiectasias podem ser esclerosadas através da eletrocoagulação com agulhas finas (eletrólise) e o tratamento do rinofima é cirúrgico, porém, a TERAPIA DE RECONSTITUIÇÃO CELULAR elimina a inflamação, havendo grandes possibilidades de cura em médio prazo, apenas, não eliminando possíveis danos estéticos.  

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OSTEOMELIETE

Definição - Osteomielite crônica - O que é? - Quais os sintomas? -   Onde e em quem ocorre? - Quais as conseqüências? - Como é feito o diagnóstico? - É transmissível? - Qual o tratamento? -Tem cura?

DEFINIÇÃO

Osteo: osso, miel: medula, ite: inflamação. Portanto, osteomielite é inflamação óssea e da medula óssea.

OSTEOMIELITE CRÔNICA

Infecção crônica do osso e da medula. Pode afetar qualquer osso da anatomia e produzir-se por uma porta de entrada local (fratura exposta, infecção de partes moles) ou por bactérias que circulam através do sangue (brucelose, tuberculose, etc.).

O QUE É?

Osteomielite é o nome técnico de uma infecção por microorganismos que invadem os ossos. Os agentes causadores (bactérias) chegam ao tecido ósseo de diferentes maneiras: através de infecções originadas em lesões cirúrgicas ou acidentais; através de partes infectadas do corpo que aumentam a sua área afetada, atingindo os ossos; pelo sangue, que pode trazer infecções de outras partes do corpo.

QUAIS OS SINTOMAS?

Os sintomas variam de acordo com a localização da doença e incluem dor (localizada); limitação dos movimentos, se a infecção for perto de articulações (juntas); perda de sensibilidade, diminuição de força e problemas urinários, quando a coluna foi afetada; febre; não cicatrização de ferimentos no caso de traumas ou cirurgias; e outros.

ONDE E EM QUEM OCORRE?

Praticamente todos os ossos do corpo podem desenvolver a doença. Os ossos longos das extremidades (braços e pernas, principalmente em crianças) e a espinha (coluna vertebral, principalmente em adultos) são os locais mais afetados. Em diabéticos, cerca da metade dos pacientes que têm pé diabético (úlcera no pé) desenvolvem osteomielite nessa região.

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS?

Os ossos são tecidos altamente vascularizados (possuem um grande fluxo sangüíneo) e, se não controlada, a osteomielite pode se espalhar, causando a interrupção desse fluxo e a conseqüente morte do osso (necrose).

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO:

O diagnóstico de osteomielite é feito principalmente através de radiografia (raios-X) e, eventualmente, de tomografia computadorizada, ressonância magnética nuclear ou outras técnicas de diagnóstico por imagem.
 

É TRANSMISSÍVEL?
Não, a osteomielite não é transmissível.
QUAL O TRATAMENTO?
O tratamento consiste, basicamente, na administração de antibióticos e, eventualmente, realização de cirurgia para limpeza da área afetada. Atualmente existe a terapia de reconstituição celular que, mesmo em caso de osteomielite crônica, elimina o agente infeccioso e proporciona cura apenas com a intervenção do médico cirurgião realizando a limpeza que elimina os resíduos ósseos, pois o osso não tem mecanismo para expurgá-los.
Esta é uma afirmativa do terapeuta Elias Souto.
Acesse www.pampulha.elias.nom.br, clique em casos, confira e divulgue a novidade.
TEM CURA?
A cura é obtida na maioria dos casos. Um tratamento inadequado da osteomielite pode resultar em reincidência e o problema pode se tornar crônico (osteomielite crônica). Isso ocorre principalmente em casos associados à diabetes.
A cronicidade da doença nem sempre está relacionada com o tratamento inadequado e sim com a suscetibilidade aumentada
desses pacientes em ter uma nova infecção.
Nos casos de osteomielite crônica, a cirurgia para limpeza é o tratamento mais utilizado, porém, em caso de cronicidade, a cura é conseguida com sucesso só com a terapia de reconstituição celular, mas o resultado final é um tanto demorado.

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GANGRENA

DESCRIÇÃO

A REDUÇÃO DA CHEGADA DO FLUÍDO SANGUÍNEO A UMA ÁREA DETERMINADA E A DECORRENTE INVASÃO DE BACTÉRIAS, PRODUZ A MORTE DO TECIDO, CONHECIDA COMO GANGRENA CUTÂNEA. 

CAUSAS

OCORRE QUANDO UMA ÁREA É INFETADA POR BACTÉRIAS, PRINCIPALMENTE AS ANAERÓBICAS, QUE SE DESENVOLVEM EM AMBIENTES SEM OXIGÊNIO E DENTRE AS QUAIS ACHAMOS OS CLOSTRIDIUM.A INFECÇÃO PODE OCORRER HORAS OU DIAS DEPOIS DE TER OCORRIDO UMA FERIDA POR CAUSA DE UMA INTERVENÇÃO CIRÚRGICA, OU UMA LESÃO GRAVE (POR EXEMPLO, O ESMAGAMENTO DE UM MEMBRO). APRESENTAM MAIORES POSSIBILIDADES DE SEREM ACOMETIDAS POR ESTA MOLÉSTIA AQUELAS PESSOAS COM MÁ CIRCULAÇÃO.

SINTOMAS

A PELE ESQUENTA E INFLAMA DEVIDO À INFECÇÃO, E TAMBÉM APRESENTA UMA COR PÁLIDA, DEPOIS VERMELHO OU BRONZE, ATÉ ATINGIR UMA COR ESVERDEADA.VESÍCULAS COM LÍQUIDO MARROM E ODOR FÉTIDO PODEM APARECER EMBAIXO DA PELE. EM CERTAS OCASIÕES, ESSAS VESÍCULA CONTÉM BOLHAS, QUE PODEM SER APALPADAS, GERADAS PELA LIBERAÇÃO DE GASES PRODUZIDOS PELO CLOSTRIDIUM.  A GANGRENA PODE SE DESENVOLVER GRAVEMENTE EM POUCAS HORAS E DESTRUIR A PELE E OS MÚSCULOS E, NOS CASOS EXTREMOS, PRODUZIR CHOQUE, DELÍRIO E MORTE. 

DIAGNÓSTICO

O DIAGNÓSTICO É EXTREMAMENTE CLARO DIANTE DOS SINTOMAS ACIMA. A PRESENÇA DO GÁS PRODUZIDO PELO CLOSTRIDIUM PODE SER DETECTADA POR RX, TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA OU RESSONÂNCIA MAGNÉTICA; ESSES DOIS ÚLTIMOS MÉTODOS PERMITEM AVALIAR A QUANTIDADE DE TECIDO NECROSADO. O TIPO DE BACTÉRIA QUE CAUSA A INFECÇÃO PODE SER DETERMINADO PELA ANÁLISE LABORATORIAL (CULTURA) DO LÍQUIDO EXTRAÍDO DA FERIDA. 

TRATAMENTO

É freqüente a prescrição de um antibiótico de amplo espectro diante da possibilidade de uma gangrena, inclusive antes de receber os resultados dos testes laboratoriais. Desse modo, é possível ganhar tempo e evitar que a doença progrida. Geralmente é retirado o tecido necrosado e nos casos de má circulação é necessário amputar um membro para evitar uma infecção generalizada. Uma terapia com oxigênio a alta pressão detém a invasão de clostridium e é também um recurso contra a gangrena cutânea. O tratamento da gangrena nem sempre é bem sucedido: 20% das pessoas acometidas por essa moléstia evoluem ao óbito. Observa-se que oxigênio não mata bactéria, só detém a invasão. Ftsp elimina as bactérias definitivamente. Agora existe a “terapia de reconstituição celular”, em que se usa ftsp que evita a amputação citada acima e proporciona a eliminação da gangrena, desde que seja realizada antes que atinja órgão vital.
Para ter acesso à terapia de reconstituição celular, acesse www.pampulha.elias.nom.br

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PÉ DIABÉTICO (Pé Diabético atinge 8,5 Milhões de Brasileiros)

A diabetes atinge hoje, no mundo, mais de 110 milhões de pessoas. No Brasil, o número também é assustador, já que 8,5 milhões de pessoas sofrem da doença, que ataca o pâncreas, diminui a produção de insulina e a capacidade do organismo de utilizar a glicose ingerida, causando sérios problemas no coração, rins e olhos e podendo, inclusive, levar à morte.    Estima-se que 30% da população mundial portadora de diabetes tem perda de membro devido a um processo infeccioso pouco conhecido. Trata-se do pé diabético.
Na maioria das vezes, o tratamento convencional, por ser lento, não impede a amputação, mas quando aliado à terapia com o oxigênio hiperbárico, a recuperação é mais rápida, conforme garante o médico formado pelo Nix Medical Center and Jefferson C Davis Wound Care Center San Natonio, Texas, EUA, o cirurgião vascular e angiologista Marcos Luis Martins. Outro dado preocupante é o fato de a maioria da população desconhecer esse processo infeccioso. Em entrevista concedida ao Correio da Bahia, o especialista fala sobre esse processo infeccioso e explica como a oxigenoterapia hiper-bárica pode auxiliar na recuperação do paciente que tem pé diabético.

Com a terapia de reconstituição celular, a perda de membro pode ser evitada na maioria dos casos é o que afirma o terapeuta Elias Souto, para o site www.pampulha.elias.nom.br.
 

O QUE É PÉ DIABÉTICO?

Marcos Luís Martins - Pé diabético, ou se melhor aplicado, pé do diabético, chamam-se às alterações típicas que ocorrem nos diabéticos, que após o consenso passou a chamar-se pé diabético, sendo estas alterações de ordem neurológica, circulatória e/ou infecciosa, podendo ser tão simples como rachaduras na pele, calos, abscessos ou gangrenas por infecção ou falta de sangue (isquêmicas). No caso de isquemia, fica muito difícil a cicatrização das feridas que porventura existirem, mesmo com a terapia de reconstituição celular.

O QUE CAUSA O PÉ DIABÉTICO?

MLM - As causas associadas são múltiplas. De início, a neuropatia (alteração no sistema nervoso), diminuição da resposta à dor, perdendo o indivíduo este importante aliado de defesa, proporcionando, assim, que ocorram lesões que de início não serão detectadas, podendo ser, até mesmo, pequenas fraturas que irão consolidar de forma viciosa, alterando a estrutura do pé, o qual passa a exercer sua função de forma inadequada, propiciando áreas de pressão anômalas que machucarão tecidos moles e os tornarão propícios à infecção. Devido às alterações circulatórias, o sangue e, portanto, seus nutrientes e células de defesa, chegam em menor quantidade, tornando o controle e a resolução do problema mais difícil.

QUAL O TRATAMENTO INDICADO PARA O PÉ DIABÉTICO?

MLM - O tratamento inicial consiste nos cuidados básicos para evitar que essas lesões ocorram. Depois delas ocorridas, vai depender da causa básica. Se o paciente apresenta alterações de ordem neurológica, deve ter e manter acompanhamento com endocrinologista e neurologista com abordagem específica para melhor identificação e utilização dos estímulos restantes. Se de ordem de calosidades, úlceras ou deformidades, devemos atentar para áreas de pressão inadequada que os pés estão apresentando e corrigi-las, podendo necessitar de intervenções cirúrgicas ou apenas correção postural do pé através de calçados especiais. De origem circulatória, ou seja, por deficiência de sangue na extremidade, devemos corrigir o problema muitas vezes necessitando de cirurgias de revascularizações (desvios).
Se o paciente apresentar infecções o tratamento deve ser associado ao uso de antibióticos específicos e controle rigoroso do açúcar, além da intervenção cirúrgica. É fundamental alertar que, devido à gravidade da doença, se faz necessário um diagnóstico rápido e uma abordagem terapêutica eficaz e imediata.

Antes de decidir por intervenções cirúrgica, é importante avaliar a viabilidade da terapia de reconstituição celular.

ALÉM DO TRATAMENTO CONVENCIONAL,
EXISTEM OUTROS TIPOS DE TRATAMENTO TAMBÉM EFICIENTES PARA O PÉ DIABÉTICO?

MLM - A definição de tratamento convencional é imprecisa, mas se subentende por medicação e cirurgias mutiladoras, sim. Como citado anteriormente, o uso de calçados especiais, a limpeza diária, o uso de curativos específicos e a oxigenoterapia hiper-bárica, que não tem a capacidade de eliminar possíveis bactérias, método no qual se utiliza oxigênio sob altas pressões para aumentar o aporte do mesmo aos tecidos, tendo esta excelentes resultados na resolução de quadros como o pé diabético.
Se houver indício de gangrena, inflamação, ferida ou gangrena instalada não estando no último grau afetando órgãos vitais, a terapia de reconstituição celular é eficaz, proporcionando eliminação dos sintomas, com exceção do caso de isquemia.

QUAL A FUNÇÃO DESSA TERAPIA?

MLM - No tratamento do pé diabético, a terapia com o oxigênio hiperbárico tem duas importantes ações que colaboram para a cicatrização do ferimento. Aumenta de 30% a 60% a quantidade de oxigênio nos tecidos, pois o oxigênio em alta concentração facilita a destruição das bactérias que causam a infecção. A outra função da terapia é aumentar a quantidade de capilares (pequenos vasos sangüíneos) no local lesionado, favorecendo a chegada dos nutrientes e células de defesa, o que propicia a cura da lesão. A terapia de reconstituição celular elimina o agente infeccioso, em alguns casos recupera a circulação, a sensibilidade e a conseqüente cicatrização.

COM A UTILIZAÇÃO DA TERAPIA COM O OXIGÊNIO HIPERBÁRICO,
COMO UM TRATAMENTO COADJUVANTE, O RISCO DA INFECÇÃO É DIMINUÍDO?

MLM - Sem dúvida. Além disso, a recuperação do paciente torna-se mais rápida. A eficiência do tratamento com o oxigênio hiperbárico nos pacientes que têm pé diabético pode ser verificada já na primeira semana de tratamento.Com a introdução da oxigenoterapia hiper-bárica passamos a verificar a progressão da cicatrização e melhora do espaço de marcha (espaço que o paciente anda sem dor) já na primeira semana. 
Só para ter uma idéia, tivemos um paciente que deu entrada na clínica em cadeira de rodas, porque não conseguia andar sem dor até a sala onde está a câmara e, ao terminar o tratamento, ele já tinha condições de caminhar até o supermercado para fazer compras.

O PÉ DIABÉTICO PODE SER PREVENIDO?

MLM - Sem dúvida. Primeiro, com o exame diário e detalhado dos pés, incluindo estas observações na higiene diária, uma relação próxima com os profissionais que lidam com a patologia, orientação e aplicação de conceitos relativos à fisioterapia, ergonomia, nutrição e educação quanto a calçados e possíveis fatores desencadeantes de lesões. Com estas medidas de controle é possível reduzir os índices de cirurgias mutiladoras entre 49% e 85%. Não podemos esquecer de destacar a educação e conhecimento básico sobre a doença, além de seu entendimento, para o bom resultado.

O SR. TEM IDÉIA DE QUANTOS PACIENTES TÊM PÉ DIABÉTICO NA BAHIA?

MLM? Segundo estatísticas de dez anos atrás do Ministério da Saúde, aproximadamente 7,8% da população baiana é portadora de diabetes mellitus.

EM QUAL DAS TRÊS CAUSAS DO PÉ DIABÉTICO A OXIGENOTERAPIA SERIA MAIS INDICADA?

MLM? Podemos dizer que o espectro de ação da OTH abrange pelo menos dois dos fatores causais, sendo um importantíssimo fator coadjuvante no tratamento.
No fator circulatório, a OTH aumenta não só o aporte de oxigênio na extremidade, como também promove a proliferação de capilares sangüíneos (neovascularização), ajudando a suprir a deficiência existente. No fator infecção, a utilização de oxigênio em altas concentrações age destruindo as bactérias e auxiliando a ação dos antibióticos.
Ainda propicia a cicatrização das lesões em menor tempo por estimular a migração e a ação de células que promovem a reconstrução tecidual, sendo, portanto, como já dito, uma grande arma no arsenal para o tratamento.

Observa-se, porém, que a OTH não substitui os outros métodos, mas se soma aos mesmos obtendo um percentual de cura muito acima do esperado com o tratamento sem sua utilização.   A terapia de reconstituição celular não é apenas coadjuvante, contém uma fórmula que é fungicida, bactericida, de efeitos bacteriostático, antiinflamatórios, cicatrizantes, analgésicos e anti-sépticos. (ftsp).

O ÍNDICE DE AMPUTAÇÕES EM PACIENTES QUE TÊM PÉ DIABÉTICO É ALTO?

MLM - É sim. Estima-se que algo em torno de 30% dos portadores de diabetes submeter-se-ão a algum procedimento mutilador em suas vidas, e, se considerarmos que não conseguimos em nosso meio uma identificação precoce do pé diabético, esta proporção atinge níveis bastante elevados, levando as pessoas a criarem mitos tais como "o diabético não pode ser operado porque não irá cicatrizar", o que não retrata a verdade nem de longe, pois se o mesmo mantém seu controle será considerado cirurgicamente normal.

O QUE SE PODE FAZER PARA REDUZIR ESSAS TAXAS DE AMPUTAÇÃO?

MLM - O principio básico é a vigilância e não apenas abordar o problema em suas fases avançadas, envidando-se esforços em medidas preventivas quando ainda se pode evitar um desfecho desagradável. Nos casos em que a lesão estiver estabelecida, deve-se impor a maior brevidade no tratamento e com o maior acervo terapêutico disponível, pois assim, associando as duas fases, poderemos reduzir o índice de amputação.Outra coisa que reduz ou elimina a necessidade de amputação é o uso da terapia de reconstituição celular. Para ter acesso a essa terapia, acesse www.pampulha.elias.nom.br

OBSERVAÇÃO:
A inclusão do assunto terapia de reconstituição celular no texto não faz parte da entrevista cedida ao Correio da Bahia e nem ao entrevistado, o médico Marcos Luís Martins, pois essa terapia foi desenvolvida pelo declarante Elias Souto, terapeuta.

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FURÚNCULO

O QUE É?  

INFECÇÃO BACTERIANA DA PELE QUE CAUSA A NECROSE (DESTRUIÇÃO) DO FOLÍCULO FILOSEBÁCEO. É CAUSADA PELA BACTÉRIA ESTAFILOCOCOS. 

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

A LESÃO INICIA-SE POR UM NÓDULO MUITO DOLOROSO, VERMELHO, INFLAMATÓRIO, ENDURECIDO E QUENTE E CENTRADO POR UM PÊLO, ONDE PODE APARECER PEQUENO PONTO DE PUS. COM A EVOLUÇÃO DO QUADRO OCORRE O ROMPIMENTO DO NÓDULO E A ELIMINAÇÃO DO "CARNEGÃO", DEIXANDO ÁREA ULCERADA QUE VAI CICATRIZAR GERALMENTE DEIXANDO MARCA ESCURA NO LOCAL. AS LESÕES SÃO MAIS FREQUENTES EM ÁREAS DE DOBRAS DA PELE, SENDO MUITO COMUNS NAS NÁDEGAS E VIRILHAS.

FURUNCULOSE

QUANDO OCORREM REPETIDAMENTE, A DOENÇA RECEBE O NOME DE FURUNCULOSE E ESTÁ ASSOCIADA À UMA DEFICIÊNCIA DO ORGANISMO EM EVITAR A INFECÇÃO DO FOLÍCULO. QUANDO VÁRIAS LESÕES SURGEM SIMULTANEAMENTE, PRÓXIMAS E INTERLIGADAS, O QUADRO RECEBE O NOME DE ANTRAZ, OCORRÊNCIA MAIS COMUM NA REGIÃO DA NUCA.

TRATAMENTO

O TRATAMENTO É FEITO COM ANTIBIÓTICOS LOCAIS E SISTÊMICOS. NOS CASOS MUITO DOLOROSOS E COM SUPERFÍCIE AMOLECIDA, PODE SER FEITA A DRENAGEM DA LESÃO, COM ALÍVIO IMEDIATO DA DOR. QUANDO OCORRE A FURUNCULOSE, DEVE-SE PESQUISAR O QUE ESTÁ FAVORECENDO O SURGIMENTO DAS LESÕES E ESTIMULAR A DEFESA ORGÂNICA DO INDIVÍDUO. A TERAPIA DE RECONSTITUIÇÃO CELULAR PROPORCIONA , SEM CIRURGIA, A DRENAGEM REFERIDA ACIMA, ELIMINA A DOR EM QUESTÃO DE MINUTOS, AS BACTÉRIAS E A INFLAMAÇÃO EM POUCO TEMPO, SENDO O MÉTODO MAIS EFICAZ QUE EXISTE NO MOMENTO.

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OTITE

DESCRIÇÃO  

A OTITE EXTERNA É UMA INFECÇÃO DO CANAL AUDITIVO, QUE PODE AFETAR A TOTALIDADE OU NÃO. OUTROS TIPOS DE OTITE OCORREM NO OUVIDO MÉDIO E NO INTERNO: OTITE MÉDIA AGUDA (INFECÇÃO DO OUVIDO MÉDIO PRODUZIDA POR VÍRUS OU BACTÉRIA, FREQÜENTE EM CRIANÇAS ENTRE 3 MESES E 3 ANOS DE IDADE, COMO COMPLICAÇÃO DE UM RESFRIADO), OTITE MÉDIA SECRETORA (OCORRE QUANDO EXISTE LÍQUIDO ACUMULADO NO OUVIDO MÉDIO PELA OBSTRUÇÃO DA TROMPA DE EUSTÁQUIO OU UMA OTITE MÉDIA AGUDA MAL CURADA) OU UMA OTITE MÉDIA CRÔNICA (TRATA-SE DA INFECÇÃO CONSTANTE PRODUZIDA POR UMA LESÃO IRREVERSÍVEL DO TÍMPANO).

CAUSAS

A OTITE EXTERNA GERALMENTE ESTÁ ASSOCIADA À PRÁTICA DA NATAÇÃO, POR CONSEGUINTE O SEU ACOMETIMENTO É MAIS FÁCIL NO VERÃO. MUITAS BACTÉRIAS, ENTRE ELAS O ESTAFILOCOCO –QUE PRODUZ FURÚNCULOS–, PODEM GERAR UMA OTITE EXTERNA. A ENTRADA DE ÁGUA OU SUBSTÂNCIAS IRRITATIVAS, BEM COMO AS LESÕES PRODUZIDAS DURANTE A LIMPEZA DO OUVIDO, FACILITAM A OCORRÊNCIA DA INFECÇÃO, DO MESMO MODO QUE A PSORÍASE, AS ALERGIAS, AS ERUPÇÕES, OU DERMATITE DO COURO CABELUDO. O CANAL AUDITIVO REALIZA A AUTOLIMPEZA DAS CÉLULAS MORTAS. A LIMPEZA DO OUVIDO COM COTONETE PODE EMPURRAR ESSES DETRITOS PARA O INTERIOR DO CANAL, ONDE FICAM ACUMULADOS, FACILITANDO A RETENÇÃO DE ÁGUA, QUE PODE GERAR A PROLIFERAÇÃO DAS BACTÉRIAS E FUNGOS.

SINTOMAS

SECREÇÃO DE ODOR DESAGRADÁVEL, DOR E COCEIRA SÃO OS SINTOMAS PRINCIPAIS. A AUDIÇÃO PODE DIMINUIR QUANDO O CANAL FICA OBSTRUÍDO. A DOR É FREQÜENTE QUANDO É MOVIMENTADA A ORELHA (OUVIDO EXTERNO) E QUANDO SE EXERCE PRESSÃO NA REGIÃO QUE ENFRENTA O CANAL AUDITIVO.

DIAGNÓSTICO

O EXAME DO CANAL COM UM OTOSCÓPIO PERMITE UM DIAGNÓSTICO, OBSERVANDO A PELE INTERIOR AVERMELHADA, INFLAMADA E COBERTA DE PUS E DETRITOS.

TRATAMENTO

O PRIMEIRO QUE DEVE SER FEITO É ELIMINAR OS RESÍDUOS INFECTADOS COM COTONETE OU POR ASPIRAÇÃO. IMEDIATAMENTE SÃO RECUPERADOS OS NÍVEIS NORMAIS DE AUDIÇÃO. DEPOIS, PRESCREVEM-SE VÁRIAS APLICAÇÕES DE ANTIBIÓTICOS EM GOTAS, DURANTE UM PRAZO MÁXIMO DE 7 DIAS. OS ANALGÉSICOS ALIVIAM A DOR ENQUANTO PERMANECE A INFLAMAÇÃO. TAMBÉM PODEM SER MINISTRADAS GOTAS COM ÁCIDO ACÉTICO DILUÍDO, QUE COLABORAM NA RECUPERAÇÃO DA ACIDEZ DO CANAL AUDITIVO. A TERAPIA DE RECONSTITUIÇÃO CELULAR CONTÉM FTSP, QUE É O ANTIBIÓTICO E ANALGÉSICO MAIS EFICAZES QUE EXISTEM, ELIMINANDO IMEDIATAMENTE A DOR, A INFLAMAÇÃO, FUNGOS E BACTÉRIAS E RECUPERA A AUDIÇÃO. EM CASOS CRÔNICOS HÁ APENAS UMA MELHORA DA AUDIÇÃO.
ACESSE WWW.PAMPULHA.ELIAS.NOM.BR

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ERISIPELA

O QUE É?  

Infecção bacteriana da pele que atinge sua porção mais profunda (derme profunda e tecido gorduroso). É causada pela bactéria estreptococos.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS?

Caracteriza-se por vemelhidão, dor e edema (inchaço) da região afetada. A progressão é rápida, podendo atingir áreas extensas em pouco tempo.
A pele se apresenta lisa, avermelhada e quente e, em alguns casos, pode haver a formação de bolhas (erisipela bolhosa) ou feridas. Acompanha-se de febre e mal estar geral e habitualmente ocorre o aumento dos gânglios regionais ("ínguas").

A "porta de entrada" da bactéria para os tecidos profundos da pele pode ser uma pequena lesão muitas vezes imperceptível. Na erisipela da perna é muito comum a porta de entrada ser uma " frieira" entre os dedos dos pés.
Surtos repetidos de erisipela podem causar a elefantíase nostra, na qual o local apresenta aumento de volume devido a um edema duro e persistente, podendo a pele adquirir aspecto verrugoso.

TRATAMENTO

O tratamento é feito com antibioticoterapia específica para a bactéria causadora. Deve ser tratada também a origem da infecção (porta de entrada da bactéria), para evitar o retorno da doença (erisipela de repetição) e a possibilidade do surgimento da elefantíase nostra, de difícil tratamento.
O médico dermatologista é o profissional indicado para o correto diagnóstico da erisipela, mas o antibiótico mais eficaz é ftsp (fórmula terapêutica com sete propriedades) que está na “terapia de reconstituição celular”.

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CÃIBRA

Souto Menor

Muitas pessoas temem o aparecimento da cãibra durante a prática de exercícios físicos, mas ela não é uma conseqüência desencadeada apenas pela atividade física. Pode aparecer também em gestantes, em dias frios quando os membros inferiores não estão aquecidos adequadamente, em pessoas com problemas vasculares, em movimentos repetitivos no trabalho e até mesmo como efeito colateral de algum remédio.

A cãibra se caracteriza por espasmos intensos ou contração muscular súbita, involuntária e dolorosa de caráter transitório, definida por muitas pessoas como uma puxada no músculo seguida de uma dor muito forte.

Esta contração pode ocorrer em um determinado músculo ou grupo muscular, que se contrai vigorosamente de forma dolorosa. A dor parece ser proporcional ao número total de unidades ativas, ou seja, quanto maior for a massa muscular envolvida, maior será a dor.

Alguns fatores mais freqüentes podem determinar a ocorrência de cãibra, como:

- Perda excessiva de água e sais, como sódio e potássio, através da transpiração;
- Acúmulo excessivo de ácido láctico no músculo em conseqüência de grande esforço físico;
- Deficiência de fluxo sanguíneo, geralmente nos membros inferiores, causada por resfriamento, mudança brusca de temperatura ou problemas vasculares.

Para preveni-las, você deve cumprir as seguintes orientações:

- Mantenha uma dieta alimentar balanceada em sais e minerais;
- Beba de 250 ml à 350 ml de água ou isotônicos durante 1 hora de exercícios, de 20 em 20 minutos, mantendo-se hidratado;
- Coma bananas e laranjas para abastecer-se de potássio, antes ou durante o exercício;
- Alongue bem a musculatura antes e depois de qualquer atividade física;
- Repouso e boa adaptação à mudança de temperatura também ajudam a prevenir esta inconveniente presença;
- Se a cãibra aparecer, alongue o músculo ou grupo muscular afetado massageando-o com as mãos.
- Para prevenir-se ou livrar-se da cãibra, marque uma consulta com o terapeuta
Elias Souto.
Acesse www.pampulha.elias.nom.br

NO ALVO DA CÃIBRA

Uma das contusões muito conhecidas das bailarinas é a cãibra, uma contração muscular involuntária, geralmente muito dolorosa. Muitas podem ser as causas, sendo as mais conhecidas, com as quais estamos mais acostumados a presenciar ou até mesmo já ter passado por elas, são as ligadas à atividade física. Geralmente a origem é por excesso de atividade muscular gerando um desequilíbrio nos líquidos corporais e perda excessiva de eletrólitos e outros sais minerais, principalmente nos dias de muito calor. Não menos comum, ligada à perda de sais, é quando a bailarina para controlar o peso resolve cometer a burrice de usar diuréticos para diminuir o peso corporal .

As cãibras geralmente acontecem nos músculos das extremidades, como por exemplo os gastrocnêmios (batata das pernas) ou no abdome que também existem alguns registros significativos. Se a atividade física for intensa, sem a musculatura estar preparada, a insistência dessa situação, a cãibra pode ocorrer ainda durante a atividade como por vezes vemos no futebol na telinha. Durante o repouso, ou mesmo o sono não é menos raro, sendo o indício claro de ter havido excessos. As prevenções depende da causa. As de origem esportiva são: repouso, toalhas quentes, massagens suaves e relaxantes musculares e ou complexo “B” receitados por médico. Bailarinas com tendência à cãibra devem descansar e estar bem hidratado antes das provas.

AS CÂIMBRAS NÃO MERECEM PREOCUPAÇÃO?

Se a câimbra aparece esporadicamente durante exercícios muito intensos, provavelmente se trata da chamada "câimbra do esportista" que pode ser causada por excesso de ácido lático ou por fadiga aguda das fibras musculares. Mas as câimbras muito freqüentes merecem uma cuidadosa investigação. Elas podem ser de origem vascular (por uma isquemia local), neuromuscular (por uma miopatia alcoólica) ou de origem metabólica (intoxicação por cafeína, hipoglicemias, intoxicação por colchicina etc.).

O QUE FAZER NA CÂIMBRA?

Ela é uma contratura ou forte contração aguda, súbita prolongada e involuntária, de um músculo. Na câimbra da panturrilha, por exemplo, é o músculo gêmeos que se contrai e portanto o pé faz uma flexão plantar insistente e dolorosa. Então é necessário alongar imediatamente esse músculo. Deixando o joelho esticado, força-se a ponta do pé para cima (flexão dorsal do pé) e mantém-se essa posição por mais ou menos trinta segundos, tempo geralmente suficiente para a câimbra desaparecer. Se ela voltar, repete-se a manobra. Em cada segmento corporal onde a câimbra aparecer, deve-se fazer um movimento inverso de alongamento àquele que está sendo provocado pela contração dolorosa. Mas você não precisa ter cãibra. Para preveni-la ou livrar-se dela, marque uma consulta com o terapeuta Elias Souto. Acesse www.pampulha.elias.nom.br

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CONTRATURA

 Souto Menor

Definição:
Ação ou efeito de contrair. Lesão que ocorre com freqüência em jogadores de futebol e outros atletas.

 Qualquer estado de resistência prolongada ao alongamento passivo num músculo pode ser denominado contratura. A contratura fisiológica resulta de agentes mecânicos, químicos ou outros que atuam diretamente sobre o mecanismo contrátil sem envolver um potencial de ação. Há um tipo de contratura fisiológica em que não há relaxamento completo entre estímulos, este tipo de contratura ocorre quando um músculo em atividade torna-se fatigado. (ex. um jogador de futebol que “se esgota”), seus mecanismos não são bem compreendidos. A contratura miotática é uma condição fibrótica dos tecidos conectivos de sustentação de um músculo ou articulação, resultante da imobilização do músculo na posição curta enquanto a quantidade nervo-músculo permanece intacta. A contratura miotática ocorre depois que o membro esteve imobilizado em um cilindro gessado, após a lesão ou avulsão de um tendão, ou após a paralisia de músculos antagonistas.

TRATAMENTO

Repouso inicial + Alongamentos leves e progressivos respeitando a ADM + recursos de calor superficial e profundo (Ultra-som, Microondas e Infravermelho). “Mas existe terapia que completa e elimina a necessidade de usar com freqüência o tratamento acima”.
Acesse www.pampulha.elias.nom.br e marque uma consulta.

ALONGAMENTO - INTRODUÇÃO

Termo geral utilizado para descrever manobras terapêuticas ou não, que tem por objetivos conservar ou recuperar a amplitude de movimento (ADM). O alongamento reduz tensões musculares, melhora a coordenação motora, previne diversas lesões durante a atividade física e principalmente, desenvolve a consciência corporal.

DEFINIÇÃO DE ALONGAMENTO NA FISIOTERAPIA

Termo geral utilizado para descrever manobras terapêuticas, que tem por objetivos conservar ou recuperar a amplitude de movimento (ADM).
Para que haja ADM normal é necessário haver mobilidade e flexibilidade dos tecidos moles (músculos, tecido conectivo, pele) e mobilidade articular. Para que haja uma melhor compreensão sobre alongamento é necessário o conhecimento de alguns termos:

1. ADM: Amplitude de movimento.

2. Flexibilidade: Habilidade do músculo de relaxar e ceder frente a uma força de alongamento.

3. Contratura: Diminuição no comprimento do tecido mole, levando a perda significativa de ADM.

4. Contratura irreversível: É a perda permanente de mobilidade, somente liberada com tratamento cirúrgico.

5. Retração: Leve diminuição no comprimento do tecido mole.

6. Frouxidão ou hiperfrouxidão: É caracterizada pelo excesso de alongamento, além da ADM normal.

7. RPG: Reeducação Postural Global.

FATORES QUE INFLUEM NO ALONGAMENTO

1. Osso: Permite ou limita os movimentos pela sua forma e pela forma de sua superfície articular.
2. Tecidos articulares: As cápsulas e os ligamentos estabilizam passivamente as articulações permitindo os movimentos. (na maioria das vezes são pouco elásticos).
3. Músculos: É contrátil e elástico. A maioria dos músculos pode-se tornar freios do movimento, seja por retração da aponeurose ou porque suas fibras encontram-se em estado de contração (tônus), e se opõem ao alongamento.

OBJETIVOS DO USO DE TÉCNICAS NO ALONGAMENTO

1. Recuperar ou restabelecer a ADM normal das articulações
2. Prevenir contraturas irreversíveis
3. Aumentar a flexibilidade geral do corpo
4. Prevenir ou minimizar o risco de lesões antes da prática esportiva.
5. preparar a musculatura para uma atividade física posterior.

TIPOS DE ALONGAMENTOS

1. Alongamento passivo
Terapeuta aplica a força externa, controla direção, velocidade, intensidade, duração do alongamento. Os tecidos são alongados além do seu comprimento em repouso.

2. Alongamento ativo
Terapeuta utiliza-se do tempo de latência que segue a contração muscular, para realizar o alongamento do músculo.

OBSERVAÇÕES

· O paciente deve estar o mais relaxado possível durante as manobras de alongamento
· A força aplicada deve ser suficiente para tencionar os tecidos, porém não deve causar dor ou lesar estruturas.
· Jamais tente ganhar amplitude total em uma única sessão, esse é um processo lento e gradual.
· Cada paciente é único, não existem regras gerais aplicáveis a todos os casos.

PREVINE E CORRIGE ERROS DE POSTURA

É muito raro uma pessoa que trabalha e vive na cidade não se queixar de dores na coluna ou tensão muscular. O stress, os problemas e o ritmo alucinado da metrópole deixam seqüelas no corpo do indivíduo. O organismo é forte, mas também tem seus limites. Um dia ele manifestará os problemas causados pela pressão ao qual está constantemente submetido. Quando isso acontece, a solução pode estar na Reeducação Postural Global. As pessoas que procuram a técnica não precisam necessariamente apresentar os sintomas de dores musculares e de articulações. Muitos, mesmo os que pratiquem esporte, desejam apenas conhecer melhor seu corpo, sem preocupação direta com a melhora da postura. Como o nome já indica, a principal característica da RPG é cuidar do paciente de forma integral, ou seja, a atenção não é voltada apenas para a queixa imediata, como uma dor aguda, por exemplo, e sim para todo o sistema corporal.

REVOLUÇÃO POSTURAL

Nenhuma alteração da postura ocorre de forma isolada.
O fundamento de seu trabalho é dar prioridade ao funcionamento da cadeia de músculos responsável pela postura.
Com base em pesquisas, foram definidas sessões de uma hora de duração e que devem ser realizadas apenas uma vez por semana.
Embora as sessões não sejam dolorosas, o paciente é submetido a exercícios de alongamento e posturas que requerem um alto grau de participação.
Outro aspecto fortemente condenado pela RPG é a prática do trabalho exagerado dos músculos estáticos da coluna vertebral.
Os músculos estáticos, por princípio, sempre se encontram tencionados. Eles devem ser alongados para aumentar a elasticidade, e com isso, a força.
Uma postura correta é essencial para o bem estar físico e mental.

POSTURA CORPORAL - INTRODUÇÃO

Na falta de exercícios físicos regulares e com a adoção de posturas corporais incorretas o corpo humano torna-se uma fonte de tensões e os músculos mais enrijecidos ficam vulneráveis às lesões, assim como as demais estruturas, criando dessa forma uma reação em cadeia indesejada.
Os exercícios de alongamento e relaxamento são as melhores e mais acessíveis armas para combater essa causa de tensões e tornar o corpo mais flexível, saudável e preparado para os movimentos.

OS BENEFÍCIOS DO ALONGAMENTO PARA O CORPO HUMANO

· Liberação de movimentos bloqueados por tensões emocionais e sensação de um corpo mais relaxado;
· Redução de tensões musculares, o que reduz o desgaste de energia (movimentos mais soltos e fáceis);
· Aumento da flexibilidade corporal;
· Ativação da circulação sanguínea;
· Prevenção de lesões nos músculos, fáscias (faixa de tecido fibroso situada em profundidade em relação à pele), ligamentos e tendões;
· Preparação do corpo (melhora da flexibilidade) para atividade muscular no trabalho ou no esporte;
· Desenvolvimento da consciência corporal;
· Bem-estar físico e mental.

QUANDO REALIZAR OS EXERCÍCIOS
· De manhã, antes do trabalho;
· No trabalho, pelo menos duas vezes durante a jornada;
· Depois de ficar sentado ou em pé por muito tempo;
· No momento em que estiver sentindo o corpo "pesado ou dolorido" antes, durante e depois da atividade.

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OSTEOPOROSE

 Souto Menor

A osteoporose é uma das mais comuns patologias ósseas. Podemos defini-la como uma condição na qual a quantidade da massa óssea vai diminuindo com um conseqüente aumento do risco de fraturas. Praticamente trata-se da redução da quantidade de tecido ósseo, em relação ao volume anatômico, que conduz à um aumento da fragilidade óssea. A osteoporose representa um dos maiores problemas do mundo ocidental; dados estatísticos evidenciam que a tendência de envelhecimento da população mundial trará, no ano 2.000, um aumento da expectativa de vida em cerca de 57% (é bom lembrar que a idade é o fator mais comum de correlação com a osteoporose). Esta patologia representa um problema, seja em razão do elevado custo social, como pelos danos que determina nos pacientes; de fato, um paciente osteoporótico pode estar vulnerável à fratura do punho (carpo), do fêmur e dos corpos vertebrais mais facilmente do que uma pessoa sem osteoporose. Os dados epidemiológicos nacionais e internacionais evidenciam que a incidência das fraturas patológicas aumentará nos próximos anos. É válido pensar, como exemplo, que somente por fratura do fêmur, serão hospitalizados cada ano, nos Estados Unidos, 250.000 pacientes, com um custo social superior a 6 bilhões de dólares e que o número total de fraturas devidas à osteoporose é de 1,3 milhões/ano.
Facilitando o entendimento

Para você se comunicar melhor com profissionais da saúde, tente se familiarizar com alguns dos termos utilizados freqüentemente.

Cálcio: Um mineral necessário para fortalecer os ossos.

Córtex: Envoltório de certos órgãos. Camada cortical. Córtice.

Cortical: Concernente a córtex.

Córtice: Córtex. Envoltório de certos órgãos. Camada cortical.

Densitometria Óssea: um teste para medir a densidade óssea em áreas críticas de fratura, tais como a coluna, o fêmur e o punho. A radiação é muito baixa, 40 vezes menor que uma radiografia normal.

Estrógenos: um hormônio sexual feminino produzido pelos ovários. A falta de estrógenos após a menopausa acelera a diminuição da densidade óssea.

Limiar de fratura: um valor de densidade óssea abaixo do qual os ossos tornam-se mais susceptíveis a fratura.

Menopausa: Cessação do mênstruo. Idade crítica da mulher.

OPPM: Osteoporose pós-menopáusica.

OPS: Osteoporose senil.

Osso Cortical: A camada mais externa, compacta e dura dos ossos.

Osso Trabecular: A camada mais interna, porosa, esponjosa do osso. Pode ser afetado pela osteoporose antes do osso cortical.

Osteoblasto: Uma célula que fabrica osso.

Osteoclasto: Uma célula que destrói osso.

Osteoporose: Uma doença que causa o enfraquecimento dos ossos como resultado de uma diminuição da densidade óssea.

Pico de massa óssea: Um valor máximo de densidade óssea, o qual é usualmente atingido ao redor dos 30 anos de idade. As mulheres normalmente começam a diminuir a densidade óssea gradualmente ao redor dos 40 anos de idade. Os homens numa idade mais avançada.


Progesterona: Um hormônio sexual feminino produzido pelos ovários. Usualmente, prescrito juntamente com os estrógenos, pode ter um efeito nos ossos.

Senil: Concernente à velhice: Velho. Decrépito.

Terapia Hormonal Substitutiva: Um tratamento desenvolvido para substituir os hormônios naturais que diminuem após a menopausa. A adição de progesterona aos estrógenos diminui o risco de câncer uterino. Existe alternativa mais eficiente para o controle da osteoporose.
Consulta em BH.
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Trabécula: Cada um dos filamentos cruzados de que se compõe a substância esponjosa do interior dos ossos.

Trabecular: Que diz respeito às trabéculas.

Vértebra: Um dos 33 ossos que formam a coluna vertebral.
Classificação A osteoporose pode ser classificada, segundo um critério topográfico, na forma generalizada ou localizada. Podem ser subdivididas em primárias e secundárias:

Osteoporose do tipo I: pós-menopáusica
É caracterizada por um ritmo acelerado de perda óssea que ocorre em mulheres na menopausa, determinando freqüentes fraturas dos corpos vertebrais; ocorre entre os 50 e os 65 anos.

Osteoporose do tipo II: senil
Sua característica é uma predominante perda de osso com freqüentes fraturas dos ossos de sustentação, em particular do colo do fêmur; causando lesão aos dois sexos, segundo uma relação mulher/homem de 2 para 1 e se faz presente após os 75 anos de idade.

FATORES
TIPO I
TIPO II
Idade
51 a 65 anos
Mais de 70 anos
Mulher X Homem
-
2 X 1
Déficit de massa óssea
Prevalentemente trabecular
Trabecular e cortical
Velocidade de perda óssea
Acelerada
Lenta
Local de fratura prevalente
Vértebras, punho (rádio distal)
Colo do fêmur e vértebras
Causas principais
Ligadas à menopausa
Ligadas ao envelhecimento

Características diferenciais entre:
Osteoporose pós-menopáusica e osteoporose senil. É bem verdade que muitas pacientes osteoporóticas com mais de 65 anos de idade, possam apresentar uma significativa síndrome osteoporótica, como combinação destes dois tipos de patologia (OPPM e OPS).

40 ANOS DE IDADE: INÍCIO DA PERDA ÓSSEA
A perda óssea, dependente do processo de envelhecimento, se inicia por volta dos 40 anos e se alonga, silenciosamente com seus efeitos, por um demorado arco de tempo. No homem, que possui uma massa óssea superior em cerca de 30% relativamente à mulher, os efeitos deste processo serão menos evidentes e as probabilidades de atingir o limiar de fratura, inferiores.

A QUEDA DOS ESTRÓGENOS NA MULHER
Na mulher, em decorrência da perda da função ovariana e conseqüente diminuição da produção de estrogênios determinada pelo período da menopausa, ocorrerá, dependendo dos fatores de risco associados, em uma acelerada perda óssea que, em seguida, após alguns anos, tornar-se-á menor, de modo que ao redor dos 70 anos, mulheres e homens de mesma idade, apresentarão a mesma velocidade de perda de tecido ósseo.

FATORES DE RISCO
Diversos outros fatores de risco, todavia, podem aumentar as probabilidades de aparecimento da osteoporose.
Raça: Em relação aos grupos étnicos: Os "brancos" e os "orientais", por exemplo, estão muito mais em risco do que a raça negra. A predominância é em relação aos indivíduos magros e de pele clara.

Cálcio
A alimentação com suprimento de cálcio inferior à necessidade diária, tende a aumentar com a idade. Está indicado 400 - 800 mg/dia nos adultos, com valores mais elevados, obviamente, nas mulheres (1.500 mg na gravidez e na pós-menopausa; 2000 mg durante o aleitamento).
Vale a pena recordar que o leite e os laticínios são, entre os alimentos, os mais ricos em cálcio e que a absorção intestinal do cálcio diminui, em geral, com a progressão da idade. Também um excesso de proteína na dieta pode favorecer o desenvolvimento da osteoporose pela aumentada excreção urinária da cálcio.

Atividade física
A pequena atividade física, ligada à vida sedentária ou à prolongada imobilização forçada por doença, ou mesmo o escasso desenvolvimento das massas musculares (freqüentemente dependente da inatividade) devem ser consideradas.
Pessoas "corpulentas" e com peso superior à média (mais por hipertrofia muscular do que por acúmulo adiposo), são, ao contrário, geralmente mais "protegidas" do que indivíduos magros em relação ao risco de osteoporose.

Álcool
O excessivo consumo de álcool, como o etanol que possui ação direta sobre as células ósseas, representa agente nocivo.
Adicionalmente, de fato, elimina cálcio por via urinária e reduz a absorção intestinal, alterando o equilíbrio mineral ósseo. O alcoolismo, por outro lado, está associado, freqüentemente, à má nutrição, com desequilíbrio dietético que agrava o déficit metabólico.

Fumo/Menopausa precoce
O fumo dos cigarros, para a mulher propicia o risco osteoporótico, em valores significativos já com 10 cigarros ao dia, por 5 anos, particularmente durante o período pré-menopáusico. O dano ósseo causado pelo fumo (que aumenta por sinergismo com o álcool), parece ligado com a ação tóxica celular e a fenômenos hormonais (na mulher fumante a menopausa é mais precoce). Independentemente do tipo, da causa, da época da ocorrência e do desenvolvimento, bem como dos fatores de risco que a tenham favorecido, a fragilidade dos ossos representa a característica patológica comum a todas as formas de osteoporose primária ou secundária. A vida diária se transforma, para o paciente osteoporótico, em uma fonte de contínuo perigo e preocupação.

A Fratura dos corpos vertebrais
As fraturas mais freqüentes são as dos corpos vertebrais, em particular, das últimas vértebras torácicas e das primeiras vértebras lombares.
Além da dor lombar, que constitui, na prática o único sintoma clínico da patologia, as fraturas vertebrais provocam, em longo prazo, uma crescente cifose dorsal e uma progressiva redução da estatura.

A Fratura do colo do fêmur
Outras fraturas são, todavia, de fácil ocorrência: a temível fratura do colo do fêmur, que nos pacientes idosos, não somente é freqüente e causa de invalidez, mas pode como conseqüência, colocar em perigo a vida do paciente; a fratura da porção distal do rádio; a fratura do segmento proximal do úmero e as fraturas das costelas são, também, bastante freqüentes.

DOR
A dor é o sintoma mais comum da osteoporose. Poder-se-ia defini-la como o sintoma-guia da patologia. A grande maioria dos pacientes com osteoporose procura o médico baseada na presença de uma sintomatologia dolorosa de intensidade inclusive grave. Na osteoporose, a dor é reflexo das fraturas que ocorrem, geralmente, no nível das vértebras, mas também do fêmur, da tíbia, do punho, do quadril e das costelas. A dor osteoporótica eclode, em geral, de modo agudo e subitamente, tanto em repouso como durante as atividades diárias, sendo identificada por um dos muitos movimentos normais que se executa habitualmente. O início é freqüentemente no nível da coluna vertebral, mas a dor se manifesta, em seguida, a todos os níveis das fraturas. O paciente informa, claramente, uma dor aguda, violenta, à mudança de postura do corpo, pela tosse; o repouso na cama pode reduzi-la, temporariamente. Alguns pacientes não apresentam episódios agudos, mas se queixam de uma dor desagradável, surda, difusa, do tipo crônico que se exacerba à mudança postural do corpo e aos movimentos. A dor típica dorsal ou dorso-lombar da osteoporose tem duração de alguns dias ou semanas e pode, obviamente, voltar após um tempo mais ou menos longo, na seqüência de novas fraturas. Por outro lado, a fratura óssea determina uma limitação funcional, verificando-se, de fato, uma incapacidade mecânica da área fraturada, além de uma certa instabilidade psicológica derivada da consciência por parte do paciente da fragilidade do próprio sistema esquelético, que pode influir no seu relacionamento.

COMO SE DIAGNOSTICA A OSTEOPOROSE
DIAGNÓSTICO RADIOLÓGICO
Muito utilizada, mas pouco objetiva, a radiologia (diagnóstico radiológico) constitui, ainda, por razões técnicas e de formação profissional, no primeiro método do qual o especialista recorre para o diagnóstico da osteoporose, mas com freqüência é também o momento do primeiro encontro frustrante com a doença. O estudo radiológico convencional é útil para o diagnóstico em pacientes sintomáticos, não se prestando à avaliação de perdas iniciais ou no monitoramento de pacientes em tratamento. As alterações da radiotransparência (translucidez) ou de conformidade vertebral denunciando osteoporose se tornam evidentes somente quando já ocorreu redução de 30 à 50 % da massa óssea.

DENSITOMETRIA ÓSSEA
Sua precisão e exatidão são excelentes, a dose de radiação é baixa e a aceitação dos pacientes é elevada.
É o método mais usado para a medição quantitativa da massa óssea. Os resultados são expressos em g/cm2 de densidade mineral óssea ou BMD (bone mineral density), e usualmente comparados com a curva de distribuição na população normal.

TERAPIA TRADICIONAL
Para a terapia da osteoporose estão disponíveis várias categorias de fármacos, com mecanismos que somente um especialista poderá esclarecer e indicar.

IPRIFLAVONA
CALCITONINA
ESTRÓGENOS
BISFOSFONATOS
CÁLCIO

Mas existem alternativas que proporciona melhores resultados, que não são conhecidas pela maioria dos médicos.
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Aporte Diário com a Dieta:
Na dieta, a maior parte do cálcio provem do leite e dos produtos derivados. Uma vez ingerido, o cálcio é absorvido na primeira parte do intestino. O aporte diário mínimo de cálcio que deve chegar com a dieta para uma pessoa adulta é próximo de 800mg. Uma quantidade maior é necessária na adolescência, na gravidez, durante o aleitamento e nos idosos. Existe, portanto, concordância geral que na osteoporose, seja recomendável uma oferta de cerca de 800 a 1.500mg de cálcio elementar ao dia, com a dieta ou com suplementações.

CONTEÚDO DE CÁLCIO DOS PRINCIPAIS ALIMENTOS
(por 100mg de substância digerível)

LEITES E QUEIJOS:

  • Leite de vaca 118mg
  • Ricota 667mg
  • Mussarela de búfala 337mg
  • Mussarela de vaca 257mg
  • Leite de cabra 337mg
  • Gorgonzola 667mg
  • Leite de vaca holandesa 667mg
  • Provolone 667mg
  • Parmesão 1160mg

VERDURAS:

  • Beterraba 118mg
  • brócolis 260mg
  • Alcachofra 40mg
  • Couve-flor 22mg
  • Chicória 18mg
  • Cebola 34mg
  • Pimentão 11mg
  • Tomate 11mg
  • Escarola 79mg
  • Batata 11mg
  • Espinafre 81mg
  • Cenoura 39mg

PEIXES:

  • Alici 18mg
  • Merluza 10mg
  • Palomba (mergulhador) 21mg
  • Solha 21mg
  • Polvo 94mg

CARNES:

  • Vitela 11mg
  • Porco 8mg
  • Frango 14mg
  • Coelho 20mg
  • Peru 20mg
  • Fígado 33mg

OVO:

  • Cru inteiro 54mg
  • Gema 147mg

LEGUMES:

  • Feijão 163mg
  • Lentilha 59mg

FRUTAS SECAS:

  • Figo 186mg
  • Nozes 80mg
  • Amêndoa 254mg
  • Avelã 290mg
  • Ameixa 54mg
  • Tâmara 65mg

FRUTAS FRESCAS:

  • Laranja 33mg
  • Damasco 16mg
  • Banana 8mg
  • Figo 54mg
  • Cereja 18mg
  • Morango 28mg
  • Maçã 10mg
  • Pêra 13mg
  • Pêssego 8mg
  • Ameixa 17mg
  • Uva 17mg

PÃO E MASSA:

  • Pão branco 13mg
  • Pão integral 96mg
  • Macarrão 22mg
  • Arroz 24mg

DOCES:

  • Biscoitos 20mg
  • Chocolate 63mg
  • Marmelada 12mg

TIPO DE CÁLCIO

CONTEÚDO EM CÁLCIO

CARACTERÍSTICAS

Carbonato de Cálcio

40,0%

Pouco solúveis em pH neutro.

São absorvidos discretamente só se o meio gástrico é ácido.

Gluconato de Cálcio

9,3%

Boa tolerabilidade gastrentérica. Discreta solubilidade e dissociação em soluções aquosas.

Lactato de Cálcio

13,7%

Boa tolerabilidade gastrentérica. Dissolvido em água desenvolve efervescência.

 

Citrato de Cálcio

 

24,1%

 

Elevado percentual de ionização com ótima absorção por via oral.

Boa tolerabilidade gástrica

Boa eficácia em pacientes idosos

VITAMINA D
A vitamina D é um hormônio diretamente ligado ao desenvolvimento normal do esqueleto. De fato, a absorção do cálcio está sob o controle da vitamina D e, além disto, um "déficit" de vitamina D, provoca raquitismo na criança e osteomalácia no adulto.

EXERCÍCIO FÍSICO
IMOBILIZAÇÃO À OSTEOPOROSE
A importância de que se reveste um adequado exercício físico, para a manutenção de um eficiente esqueleto, tem sido amplamente discutida.
A imobilização provoca, em um período relativamente curto, uma rápida perda de massa óssea. Também a imobilização em um aparelho de gesso, leva a uma importante perda óssea; assim, após uma fratura, o período de imobilização deveria ser reduzido ao mínimo possível. Isto é particularmente importante nos indivíduos idosos, para os quais a retomada da mobilidade, não consegue refazer a massa óssea perdida durante a imobilização.

EXERCÍCIO FÍSICO AUMENTA A MASSA ÓSSEA
Em indivíduos jovens sadios, um exercício físico pesado produz um aumento da massa óssea. De fato, os atletas apresentam uma massa óssea superior aos não atletas. Os idosos que praticam exercício físico recomendado e monitorado por médicos apresentam uma maior agilidade e isto propicia a eles evitar as quedas e suas conseqüências - fraturas.

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